﻿{"id":547,"date":"2006-02-15T17:30:52","date_gmt":"2006-02-15T17:30:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.abrademi.com\/?p=547"},"modified":"2012-12-20T20:45:34","modified_gmt":"2012-12-20T20:45:34","slug":"gekiga-review","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.abrademi.com\/index.php\/gekiga-review\/","title":{"rendered":"Gekiga review"},"content":{"rendered":"<p>por Cristiane A. Sato<\/p>\n<p>GEKIGA (pronuncia-se\u00c2\u00a0<b>&#8220;guekig\u00c3\u00a1&#8221;<\/b>)<b>\u00c2\u00a0<\/b>significa &#8220;desenho dram\u00c3\u00a1tico&#8221; e designa um estilo de mang\u00c3\u00a1 de tra\u00c3\u00a7os menos caricaturais e deformados, e hist\u00c3\u00b3rias com roteiros complexos, dram\u00c3\u00a1ticos e temas adultos. Via de regra, no ocidente costuma-se definir GEKIGA como &#8220;graphic novel&#8221; ou &#8220;mang\u00c3\u00a1 adulto&#8221;, o que muitas vezes \u00c3\u00a9 confundido com a id\u00c3\u00a9ia de quadrinhos pornogr\u00c3\u00a1ficos, o que \u00c3\u00a9 algo bastante equivocado. GEKIGA \u00c3\u00a9 tido como um tipo de mang\u00c3\u00a1 adulto apenas por <b>n\u00c3\u00a3o<\/b>\u00c2\u00a0ser um mang\u00c3\u00a1 com caracter\u00c3\u00adsticas infantis nem adolescentes, com personagens desenhados no estilo distorcido de olhos grandes, corpos extremamente magros, cabelos espetados de cores incomuns, e de aventuras em mundos fantasiosos com rob\u00c3\u00b4s, super-poderes e romance ing\u00c3\u00aanuo.<\/p>\n<p>Quase todos os autores e t\u00c3\u00adtulos de mang\u00c3\u00a1s conhecidos no ocidente s\u00c3\u00a3o os para o p\u00c3\u00bablico infantil e adolescente, que possuem vers\u00c3\u00b5es em anim\u00c3\u00aa. Pelas caracter\u00c3\u00adsticas do p\u00c3\u00bablico visado, mang\u00c3\u00a1s e anim\u00c3\u00aas para adolescentes enfatizam temas e aspectos de moda. Se por um lado estes mang\u00c3\u00a1s, em especial os\u00c2\u00a0<i>sh\u00c3\u00b5nen mang\u00c3\u00a1\u00c2\u00a0<\/i>e os\u00c2\u00a0<i>sh\u00c3\u00b5jo mang\u00c3\u00a1,<\/i>procuram estar &#8220;antenados&#8221; com\u00c2\u00a0\u00c2\u00a0as ondas do momento, eles tamb\u00c3\u00a9m sofrem com as mudan\u00c3\u00a7as s\u00c3\u00babitas de tend\u00c3\u00aancias &#8211; o que \u00c3\u00a9 comum ocorrer entre crian\u00c3\u00a7as e adolescentes. Assim, por exemplo, se hist\u00c3\u00b3rias com caracter\u00c3\u00adsticas de video-game, baseadas em torneios ou duelos entre personagens que acumulam super-poderes \u00c3\u00a0 medida que avan\u00c3\u00a7am de n\u00c3\u00advel entram na moda, todos os mang\u00c3\u00a1s para adolescentes passam a usar a mesma receita. Mas quando o gosto do p\u00c3\u00bablico muda ou a receita d\u00c3\u00a1 sinais de cansa\u00c3\u00a7o, uma queda brutal de vendas de revistas torna-se inevit\u00c3\u00a1vel. Este foi um dos fatores que fez com que revistas de mang\u00c3\u00a1 que dez anos atr\u00c3\u00a1s vendiam 6 milh\u00c3\u00b5es e meio de exemplares por semana, tenham terminado 2005 vendendo menos de 3 milh\u00c3\u00b5es por semana no Jap\u00c3\u00a3o: uma gigantesca varia\u00c3\u00a7\u00c3\u00a3o negativa de 54% numa \u00c3\u00banica d\u00c3\u00a9cada.<\/p>\n<p>Com enredos maduros e desenho mais realista, os GEKIGAS s\u00c3\u00a3o mang\u00c3\u00a1s para um p\u00c3\u00bablico adulto, menos sujeito a modismos, por\u00c3\u00a9m mais exigente quanto ao conte\u00c3\u00bado dos roteiros das hist\u00c3\u00b3rias. Sob a \u00c3\u00b3tica moderna do que hoje \u00c3\u00a9 considerado quadrinhos e mang\u00c3\u00a1, os primeiros GEKIGAS surgiram na d\u00c3\u00a9cada de 50, como uma alternativa de leitura de entretenimento para um p\u00c3\u00bablico que n\u00c3\u00a3o se identificava com os mang\u00c3\u00a1s publicados em revistas na \u00c3\u00a9poca, essencialmente infantis e direcionados a um p\u00c3\u00bablico prioritariamente &#8211; e obviamente &#8211; de crian\u00c3\u00a7as. Nos primeiros anos do p\u00c3\u00b3s-guerra, o centro da cidade de Osaka concentrou um grande n\u00c3\u00bamero de\u00c2\u00a0<i>kashihony\u00c3\u00a1s<\/i>, livrarias que vendiam e tamb\u00c3\u00a9m alugavam livros &#8211; uma alternativa barata para se ter acesso a leituras (algo importante para um pa\u00c3\u00ads em reconstru\u00c3\u00a7\u00c3\u00a3o e com a popula\u00c3\u00a7\u00c3\u00a3o empobrecida). Nestes estabelecimentos, ao inv\u00c3\u00a9s de comprar livros e revistas, os freq\u00c3\u00bcentadores podiam inscrever-se como numa biblioteca circulante, pagando tarifas bem baratinhas para ficar com algumas leituras por alguns dias. Os\u00c2\u00a0<i>kashihony\u00c3\u00a1s<\/i>tamb\u00c3\u00a9m alugavam fanzines &#8211; mang\u00c3\u00a1s originais desenhados e encadernados \u00c3\u00a0 m\u00c3\u00a3o por desenhistas aspirantes. Alguns desses desenhistas tornaram-se t\u00c3\u00a3o famosos no meio fanzin\u00c3\u00adstico, que posteriormente acabaram sendo contratados por editoras e desenvolveram pr\u00c3\u00b3speras carreiras como Tetsuya Chiba, o desenhista do cl\u00c3\u00a1ssico\u00c2\u00a0<i>Ashita no Joe<\/i>\u00c2\u00a0(Joe de Amanh\u00c3\u00a3).<\/p>\n<p>Sem limita\u00c3\u00a7\u00c3\u00b5es de qualquer tipo, que seriam obviamente impostas por editoras, os desenhistas de fanzines apenas procuravam agradar seu p\u00c3\u00bablico, que de regra eram pessoas adultas, ainda que fossem jovens (na \u00c3\u00a9poca, devido \u00c3\u00a0s dificuldades impostas pela guerra e pela mis\u00c3\u00a9ria do p\u00c3\u00b3s-guerra, a adolesc\u00c3\u00aancia durava pouco e jovens de 18 anos j\u00c3\u00a1 eram considerados praticamente adultos com responsabilidades &#8211; aos 20 anos muitos j\u00c3\u00a1 eram casados, tinham filhos e trabalhavam longas horas para sustentar a fam\u00c3\u00adlia). Para agradar tal perfil de p\u00c3\u00bablico, desenhistas de mang\u00c3\u00a1 procuravam desenhar de modo mais cl\u00c3\u00a1ssico, menos cartun\u00c3\u00adstico, e desenvolviam hist\u00c3\u00b3rias cujos enredos dram\u00c3\u00a1ticos pareciam-se mais com os de filmes e novelas, com os quais os leitores se identificavam mais. Assim surgiram os GEKIGAS modernos.<\/p>\n<p>Assim como o mang\u00c3\u00a1 no Jap\u00c3\u00a3o foi resultado de uma evolu\u00c3\u00a7\u00c3\u00a3o da mistura de leitura de entretenimento c\u00c3\u00b4mico com artes gr\u00c3\u00a1ficas praticada ao longo dos s\u00c3\u00a9culos, o GEKIGA \u00c3\u00a9 herdeiro de uma tradi\u00c3\u00a7\u00c3\u00a3o semelhante. Hist\u00c3\u00b3rias dram\u00c3\u00a1ticas e s\u00c3\u00a9rias, contadas atrav\u00c3\u00a9s de impressos com desenhos e di\u00c3\u00a1logos foram uma forma de divers\u00c3\u00a3o popular desde a Era Edo (1603-1867). No s\u00c3\u00a9culo XVIII surgiu um tipo de literatura popular em linguagem acess\u00c3\u00advel para a burguesia, que foi chamada de\u00c2\u00a0<i>gesaku-bungaku\u00c2\u00a0<\/i>(cultura da escrita). O\u00c2\u00a0<i>gesaku-bungaku<\/i>abrange uma s\u00c3\u00a9rie de g\u00c3\u00aaneros de literatura popular que foram publicados de 1740 at\u00c3\u00a9 o fim do s\u00c3\u00a9culo XIX. G\u00c3\u00aaneros de\u00c2\u00a0<i>gesaku-bungaku<\/i>\u00c2\u00a0foram apelidados conforme o assunto de que tratavam, e haviam os\u00c2\u00a0<i>sharebon<\/i>, os\u00c2\u00a0<i>ninj\u00c3\u00b5bon<\/i>, os\u00c2\u00a0<i>kokkeibon\u00c2\u00a0<\/i>e os\u00c2\u00a0<i>yomihon<\/i>.<\/p>\n<p>Os\u00c2\u00a0<i>sharebon<\/i>\u00c2\u00a0(livros sacanas) apareceram por volta de 1755 e eram basicamente contos er\u00c3\u00b3ticos baseados na vida de cortes\u00c3\u00a3s de Edo e Osaka. Considerados obscenos pelas autoridades, os\u00c2\u00a0<i>sharebon<\/i>\u00c2\u00a0foram proibidos pelo governo shogunal em 1790, que os substituiu pelos<i>ninj\u00c3\u00b5bon<\/i>\u00c2\u00a0(livros sentimentais). Os\u00c2\u00a0<i>ninj\u00c3\u00b5bon<\/i>, por sua vez, eram contos sobre a vida cotidiana e os valores dos\u00c2\u00a0<i>ch\u00c3\u00b5nin<\/i>\u00c2\u00a0(pessoas comuns, os que n\u00c3\u00a3o s\u00c3\u00a3o nobres) &#8211; a classe burguesa nas cidades. Haviam tamb\u00c3\u00a9m os\u00c2\u00a0<i>kokkeibon<\/i>\u00c2\u00a0(livros engra\u00c3\u00a7ados), que desde 1733 publicavam s\u00c3\u00a1tiras e com\u00c3\u00a9dias, e os\u00c2\u00a0<i>yomihon<\/i>\u00c2\u00a0(livros de leitura), que surgiram por volta de 1744 para publicar contos de fantasia baseados na mitologia chinesa e romances de fic\u00c3\u00a7\u00c3\u00a3o com fundo moral, como aventuras de samurais idealistas. Alguns\u00c2\u00a0<i>yomihon<\/i>\u00c2\u00a0tamb\u00c3\u00a9m se baseavam em personagens da vida real, como os 47 Ronins.<\/p>\n<p>No in\u00c3\u00adcio do s\u00c3\u00a9culo XIX, estes g\u00c3\u00aaneros liter\u00c3\u00a1rios, que eram obviamente direcionados a um p\u00c3\u00bablico adulto, ganharam vers\u00c3\u00b5es mais baratas, de baixo custo de impress\u00c3\u00a3o, que se tornaram acess\u00c3\u00adveis para uma camada maior da popula\u00c3\u00a7\u00c3\u00a3o (algo similar aos atuais livros impressos em papel de boa qualidade com capa dura, que tamb\u00c3\u00a9m s\u00c3\u00a3o vendidos em vers\u00c3\u00b5es mais baratas, impressas em papel-jornal e capa mole). Essas vers\u00c3\u00b5es mais baratas eram chamadas de\u00c2\u00a0<i>kusaz\u00c3\u00b5shi<\/i>(publica\u00c3\u00a7\u00c3\u00b5es mal-cheirosas), devido a um odor que emanava da tinta de baixa qualidade que era usada na impress\u00c3\u00a3o de tais livros. Mesmo com cheiro, o fato \u00c3\u00a9 que as pessoas os compravam e o pre\u00c3\u00a7o baixo ajudou a popularizar as publica\u00c3\u00a7\u00c3\u00b5es.<\/p>\n<p>Um dos tipos mais apreciados de\u00c2\u00a0<i>kusaz\u00c3\u00b5shi<\/i>\u00c2\u00a0foram os famosos\u00c2\u00a0<i>kiby\u00c3\u00b5shi<\/i>(livretos amarelos), assim chamados pela cor amarelada do papel em que eram impressos, nos quais eram publicados hist\u00c3\u00b3rias para crian\u00c3\u00a7as e vers\u00c3\u00b5es ilustradas de hist\u00c3\u00b3rias consagradas no g\u00c3\u00aanero<i>gesaku-bungaku\u00c2\u00a0<\/i>para adultos. Os\u00c2\u00a0<i>kiby\u00c3\u00b5shi<\/i>\u00c2\u00a0s\u00c3\u00a3o considerados antigos precursores do mang\u00c3\u00a1 e do GEKIGA.<\/p>\n<p>Quando por volta de 1814 o artista de gravuras\u00c2\u00a0<i>ukiyo-e\u00c2\u00a0<\/i>Hokusai cunhou a express\u00c3\u00a3o &#8220;mang\u00c3\u00a1&#8221; (desenho humor\u00c3\u00adstico) ao us\u00c3\u00a1-la como t\u00c3\u00adtulo para uma s\u00c3\u00a9rie de elaboradas gravuras de car\u00c3\u00a1ter c\u00c3\u00b4mico, os japoneses passaram a usar a express\u00c3\u00a3o GEKIGA (desenho dram\u00c3\u00a1tico) para designar os trabalhos cujo desenho e conte\u00c3\u00bado era s\u00c3\u00a9rio ou dram\u00c3\u00a1tico. No s\u00c3\u00a9culo XX, &#8220;mang\u00c3\u00a1&#8221; tornou-se sin\u00c3\u00b4nimo de &#8220;hist\u00c3\u00b3rias em quadrinhos&#8221; no Jap\u00c3\u00a3o, mas a express\u00c3\u00a3o sempre foi relacionada a uma id\u00c3\u00a9ia humor\u00c3\u00adstica e cartun\u00c3\u00adstica de quadrinhos. GEKIGA tornou-se sin\u00c3\u00b4nimo de hist\u00c3\u00b3rias em quadrinhos s\u00c3\u00a9rias, com conte\u00c3\u00bado dram\u00c3\u00a1tico e adulto.<\/p>\n<p>Revistas de mang\u00c3\u00a1s para adultos no Jap\u00c3\u00a3o possuem periodicidade quinzenal ou mensal, e a mais vendida atinge atualmente a tiragem de 1 milh\u00c3\u00a3o e 700 mil exemplares. Embora tais revistas nunca tenham &#8220;explodido&#8221; em tiragens como as de mang\u00c3\u00a1s adolescentes, o p\u00c3\u00bablico dos mang\u00c3\u00a1s adultos tem se revelado mais est\u00c3\u00a1vel e constante ao longo de d\u00c3\u00a9cadas. Enquanto os mang\u00c3\u00a1s para crian\u00c3\u00a7as e adolescentes quando muito geram vers\u00c3\u00b5es em anim\u00c3\u00aa, os GEKIGAS s\u00c3\u00a3o mat\u00c3\u00a9ria-prima n\u00c3\u00a3o s\u00c3\u00b3 para vers\u00c3\u00b5es em desenho animado, como tamb\u00c3\u00a9m filmes, novelas e s\u00c3\u00a9ries de tev\u00c3\u00aa. Os GEKIGAS possuem roteiros complexos e cativantes, que exigem certo grau de maturidade e conhecimento dos leitores para serem adequadamente apreciados &#8211; por isso n\u00c3\u00a3o s\u00c3\u00a3o mang\u00c3\u00a1s para crian\u00c3\u00a7as e adolescentes.<\/p>\n<p>O primeiro GEKIGA amplamente publicado e conhecido no ocidente foi<i>Kozure \u00c3\u2022kami<\/i>, o &#8220;Lobo Solit\u00c3\u00a1rio&#8221;, criado pelo escritor Kazuo Koike e pelo desenhista Goseki Kojima. Publicado originalmente de 1970 a 1976 na revista &#8220;Mang\u00c3\u00a1 Action&#8221;, este GEKIGA deu origem a uma longa s\u00c3\u00a9rie de tev\u00c3\u00aa, uma novela, seis longas para cinema e at\u00c3\u00a9 m\u00c3\u00basicas. Tendo Kojima falecido h\u00c3\u00a1 alguns anos, o roteirista Koike voltou recente a produzir novas hist\u00c3\u00b3rias do &#8220;Lobo Solit\u00c3\u00a1rio&#8221;, agora enfatizando o filho do protagonista Itto Ogami, Daigor\u00c3\u00b5. Mais recentemente, no Brasil, houve a publica\u00c3\u00a7\u00c3\u00a3o de\u00c2\u00a0<i>Vagabond<\/i>, mang\u00c3\u00a1 inspirado nas muitas vers\u00c3\u00b5es existentes sobre a vida do samurai Musashi Miyamoto. Tais publica\u00c3\u00a7\u00c3\u00b5es passam uma equivocada id\u00c3\u00a9ia no Brasil de que os GEKIGAS seriam basicamente mang\u00c3\u00a1s de samurais, mas o que veremos daqui para a frente \u00c3\u00a9 que o mundo do GEKIGA oferece um leque muito maior de assuntos. Basta citar, por exemplo, que a s\u00c3\u00a9rie de mang\u00c3\u00a1 adulto mais famosa do Jap\u00c3\u00a3o,\u00c2\u00a0<i>Golgo 13\u00c2\u00a0<\/i>do desenhista Takao Sait\u00c3\u00b5, tem como protagonista um assassino profissional internacional. Hoje considerado um cl\u00c3\u00a1ssico,\u00c2\u00a0<i>Golgo 13<\/i>vem sendo publicado em cap\u00c3\u00adtulos na revista &#8220;Big Comic&#8221; ininterruptamente desde 1969 &#8211; um recorde de durabilidade. Al\u00c3\u00a9m de talentosos autores que se especializaram em GEKIGA, veremos que mesmo desenhistas consagrados com trabalhos feitos para crian\u00c3\u00a7as produziram algumas s\u00c3\u00a9ries para adultos, como Osamu Tezuka e Shotar\u00c3\u00b5 Ishinomori.<\/p>\n<p>Este \u00c3\u00a9 o\u00c2\u00a0<b>GEKIGA REVIEW<\/b>. Lamentamos, mas este n\u00c3\u00a3o \u00c3\u00a9 um espa\u00c3\u00a7o feito para necessariamente agradar teens e baixinhos.<\/p>\n<p>AO USAR INFORMA\u00c3\u2021\u00c3\u2022ES DESTE SITE, N\u00c3\u0192O DEIXE DE MENCIONAR A FONTE <b>www.abrademi.com &#8211; Cristiane A. Sato<\/b><\/p>\n<p>LEMBRE-SE: AS INFORMA\u00c3\u2021\u00c3\u2022ES S\u00c3\u0192O GRATU\u00c3\u008dTAS, MAS ISTO N\u00c3\u0192O LHE D\u00c3\u0081 DIREITO DE SE APROPRIAR DESTA MAT\u00c3\u2030RIA.<\/p>\n<p>CITANDO A FONTE, VOC\u00c3\u0160 ESTAR\u00c3\u0081 COLABORANDO PARA QUE MAIS E MELHORES INFORMA\u00c3\u2021\u00c3\u2022ES SOBRE DIVERSOS ASSUNTOS SEJAM DISPONIBILIZADOS EM PORTUGU\u00c3\u0160S.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>por Cristiane A. 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