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Capítulo
9
A CASA DE
CAPRICÓRNIO
Restam três casas
a serem percorridas
e três horas para SAORI. Os Cavaleiros chegam à casa de
Capricórnio. Num grande
salão, eles encontram uma estátua, que representam Atena
entregando a espada
Excalibur ao Cavaleiro que lhe era mais fiel. Eles prosseguem sem
enfrentar
resistência, chegando à saída. Já do lado de
fora, entretanto, SHIRYU pressente
algo e vê um golpe vindo em direção a eles. Empurra
os amigos para protege-los
e se abre um precipício. Chaga Shura, o Cavaleiro de ouro de
Capricórnio e
SHIRYU permanece para enfrenta-lo. SEIYA, SHUN e HYOGA sentem ter de
deixar o
amigo sozinho para trás, mas devem prosseguir. Shura ataca
SHIRYU com golpes
rápidos, poderosos e cortantes. Dizendo-se o Cavaleiro mais fiel
a Atena, Shura
conta a SHIRYU que foi ele quem matou Aioros, acusado de trair o
Santuário.
SHIRYU revela que Aioros acabou vivendo o suficiente para salvar o
bebê e que a
criança que Shura tentou matar era Atena. Não acreditando
em SHIRYU. Shura
ataca implacavelmente, cortando a armadura do dragão em
pedaços. Acendendo seu cosmo,
SHIRYU consegue deter a mão de Shura durante seu golpe e diz que
mesmo que ele
morra, o levaria junto para vingar Aioros. Shura percebe que SHIRYU
abaixa a
guarda do peito por alguns instantes ao desferir seus golpes e o atinge
perto
do coração, mas SHIRYU consegue quebrar o braço de
Shura. Mesmo bastante
ferido, o cosmo de SHIRYU continua aumentando. SHIRYU se lembra que seu
Mestre
o advertiu que, quando ele chegasse ao sétimo sentido, poderia
usar o golpe
ÚLTIMO DRAGÃO, capaz de destruir até um Cavaleiro
de ouro, mas que o destruiria
também. Sem opção, SHIRYU eleva seu cosmo, agarra
Shura pelas costas e deixa
seu ÚLTIMO DRAGÃO explodir, destruindo a casa de
Capricórnio. SHIRYU e Shura
são disparados para os céus, como uma estrela cadente. O
atrito com a atmosfera
começa a destruir seus corpos. Shura não entende por que
SHIRYU estava se
sacrificando tanto e ele lhe responde que não se incomodava em
morrer por Atena
e pelo que ela representa. Sentindo SHIRYU ser envolvido pelo cosmo de
Atena,
Shura reconhece o seu engano e diz que ele não deve morrer e o
que viesse a
restar deles seria para defender Atena. Da Terra, SEIYA, SHUN, HYOGA, o
Mestre
Ancião e Shunrei vêem o cosmo de SHIRYU desaparecer no
céu noturno e choram
pelo amigo. O fogo do relógio em Capricórnio se extingue.
O DUELO EM
AQUÁRIO
Ao chegarem a
Aquário, HYOGA
encara Camus, o Cavaleiro que foi o mestre de seu Mestre e que o havia
prendido
no gelo em Libra. HYOGA manda SEIYA e SHUN prosseguir e deixar ele e
Camus a
sós para o duelo. Camus os deixa passar e aceita o desafio. SHUN
hesita em ir,
mas SEIYA lhe lembra que o tempo está se esgotando. Camus
explica a HYOGA que
mesmo ele não consegue chegar ai zero absoluto, mas que aquele
que entre os
Cavaleiros do frio conseguisse se aproximar mais do zero absoluto seria
invencível. HYOGA usa o PÓ DE DIAMANTE, que não
surte efeito em Camus e ele
congela as pernas de HYOGA. Com o EXECUÇÃO AURORA, Camus
prende HYOGA novamente
num bloco de gelo, mas ele está diferente desde a luta em Libra.
Por seus amigos
e por Atena, acende seu cosmo e consegue quebrar o gelo pelo lado de
dentro.
Camus se espanta com a resistência de HYOGA e percebe que ele
começa a alcançar
o sétimo sentido. Mal se agüenta em pé, HYOGA
insiste e emite um poderoso ar
frio, que Camus detém com a mesma força. Camus tenta
evitar que HYOGA continue,
tentando explicar que a armadura de bronze não resistiria,
enquanto a armadura
de ouro só se congela no zero absoluto. Camus se prepara para
dar mais um
EXECUÇÃO AURORA e HYOGA, semiconsciente, faz o mesmo.
Ambos disparam e um
clarão explode em Aquário. SEIYA e SHUN vêem flocos
de neve caindo e sentem o
cosmo do amigo se despedindo deles. Congelado à beira da morte,
Camus
cumprimenta o discípulo por tê-lo sobrepujado e lamenta
não poder salvar-lhe a
vida. HYOGA, igualmente mal, agradece Camus com lágrimas por
tê-lo guiado ao
sétimo sentido, renunciando à própria vida. Ambos
caem mortos. O fogo no
relógio marca apenas mais uma hora para SAORI.
ROSAS DE
AFRODITE
SHUN e SEIYA se
aproximam da
última casa, Peixes. SHUN pede a SEIYA para que ele passe direto
por Peixes,
deixando-o lutar sozinho, pois pelo menos um deles precisa chegar
até o Mestre
em tempo. SEIYA não quer que o amigo se sacrifique, mas SHUN
pede para que não
o subestime, pois quer cumprir uma promessa feita a IKKI. Pretende
vencer e não
se sacrificar. Na entrada da casa de Peixes, eles conhecem Afrodite, o
mais
belo e terrível dos Cavaleiros de ouro, segurando uma rosa entre
os
lábios.SEIYA passa por Afrodite e SHUN usa a corrente de
Andrômeda para evitar
que ele ataque. Afrodite diz a SHUN que mesmo tendo passado pela casa
de
Peixes, SEIYA provavelmente morreria por causa das rosas que ele
encontraria no
caminho para o quarto do Mestre. Com efeito, ao passar pelas rosas,
SEIYA vai
perdendo os sentidos aos poucos e desmaia, para espanto de SHUN. SHUN
tenta
ajudar SEIYA, mas Afrodite o impede, dizendo que foi ele quem matou
Albiore e
não Milo. Albiore era uma Cavaleiro forte e hábil e Milo
teve uma luta difícil.
Enviado à Ilha de Andrômeda pelo Mestre para vigiar ambos,
Afrodite resolveu
interferir na luta, jogando uma rosa envenenada em Albiore,
paralisando-o e
tornando-o alvo fácil para Milo. SHUN, disposto a vingar seu
Mestre, usa a
corrente, mas ela ao faz efeito contra Afrodite, que contra-ataca com o
golpe
ROSAS DIABÓLICAS REIAS. SHUN é atingido violentamente,
mas recordando-se de seu
Mestre, reage, mesmo sob o efeito do veneno das rosas. Consegue acertar
um
golpe em Afrodite, mas sem derruba-lo. Afrodite lança contra
SHUN suas rosas negras,
que rasgam até o aço e destroem as correntes e a armadura
de SHUN. Quase morto,
SHUN ainda resiste acendendo seu cosmo, despertando seu sétimo
sentido e
lançando contra Afrodite todo o seu poder. Ele consegue
paralisar parte das
funções do corpo de Afrodite, prometendo poupa-lo, se ele
se regenerar. Mas
Afrodite acha que a paz só existe quando o mais forte domina o
mais fraco e
desafia SHUN para ver qual dos dois morreria primeiro: ele com a rosa
branca
que drena o sangue do adversário ou SHUN, com o TEMPESTADE
NEBULOSA DE
ANDRÔMEDA. O cosmo de SHUN explode, matando Afrodite, mas a rosa
branca o
atinge no peito. Pensando em IKKI, em seus amigos e em SAORI, ele se
despede da
vida. Marin se recupera da luta contra Jacó e corre para ajudar
SEIYA. No meio do
caminho, Phyton, o chefe da guarda a intercepta por ele ter
caído em desgraça
perante o Mestre. Também se dirigindo as Doze Casas, Sheena
ajuda Marina a
derrotar Phyton, mesmo sem estar recuperada do golpe de Aioria.
Cristiane
A. Sato
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A. Sato
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