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Capítulo 4 – Os
Futuros Cavaleiros
A
HISTÓRIA DE SHUN
Depois da
difícil despedida de
seu irmão, SHUN vai para a Ilha de Andrômeda. Uma ilha
rochosa onde de dia o
calor é quase insuportável e à noite a temperatura
cai a zero, com uma costa
incansavelmente castigada por fortes ondas. É um lugar onde
sobreviver é
difícil, mas SHUN considerava o local um paraíso se
comparado à Ilha da Rainha
da Morte, para onde IKKI foi em seu lugar. Lá SHUN conhece seu
mestre, o
Cavaleiro de prata Albiore, um dos melhores no manejo de correntes.
Albiore é
um homem de poucas palavras, mas é gentil e sensato. Sentindo
que algo estranho
ocorre no Santuário, Albiore procura manter-se neutro. SHUN se
torna amigo de
June, a amazona de Camaleão, com quem ele conversa sempre e
revela o seu grande
objetivo: conquistar a armadura de Andrômeda para poder voltar ao
Oriente e
reencontrar-se com IKKI. Sob os olhares atentos de Albiore e June, SHUN
começa
seu longo treinamento. Avesso à luta, ele prefere apanhar do que
bater, o que
deixa June constantemente preocupada. Os demais candidatos a Cavaleiro
são mais
agressivos, apesar de todos terem uma aparência frágil,
como SHUN. Albiore
explica aos discípulos a importância do cosmo, para que
possam elevar ao máximo
sua energia e possam se defender, mas salienta que o mais poderoso
cosmo vem do
coração e do espírito de um verdadeiro Cavaleiro.
Os anos passam e chega
finalmente o dia das disputas pelo direito de se tornar o Cavaleiro de
Andrômeda. A essa altura muitos discípulos de Albiore
já foram eliminados da
concorrência. SHUN chega ao último duelo, mas depois de
apanhar muito. Antes de
começar a luta, ele tenta conversar com seu oponente, Hedda,
para ambos
tentarem encontrar uma forma de resolver a questão sem briga.
Sem efeito, o
duelo começa e Hedda parte para a ofensiva. Vendo que SHUN nada
fazia para
contra-atacar, June grita para faze-lo, pois se não conseguisse
vencer a luta,
não poderia voltar para o Oriente, para se encontrar com IKKI.
Sem opção, SHUN
acende seu cosmo e vence Hedda. Finalmente estava aberto o caminho para
conquistar a armadura de Andrômeda. O teste final é
chamado de “sacrifício”, um
ritual feito em homenagem à heroína Andrômeda, que
aceitou ser oferecida a um
monstro marinho para salvar o reino de seu país. O aspirante a
Cavaleiro é
preso com as correntes de Andrômeda numa formação
rochosa no mar. Ele deve se
libertar das correntes antes que a maré suba e se afogue.
Infelizmente, há anos
ninguém sobreviva a esse ritual e a armadura permanecia sem
Cavaleiros. Temendo
que SHUN não estivesse preparado para isso, Albiore reluta em
deixar o
discípulo realizar o teste, mas acaba cedendo ante os seus
insistentes pedidos.
No dia do “sacrifício”, SHUN é acorrentado às
rochas diante dos olhares tensos
de Albiore e June. A maré vai subindo, enquanto SHUN se
esforça para se
libertar, sem muito efeito. A água já lhe cobria a
cabeça, quando finalmente
SHUN expande seu cosmo, tão poderoso a ponto de abrir um
vácuo no mar, e
recolhe as correntes que o prendiam. June respira aliviada e Albiore,
satisfeito, entrega a armadura de Andrômeda a SHUN. Ansioso para
voltar ao
Oriente, SHUN vai agradecer e se despedir de Albiore. Seu mestre,
porém, se
mostra intrigado, pois não acredita que ele tenha despertado um
cosmo tão forte
por acaso. SHUN então conta a Albiore que ele vinha
desenvolvendo seu cosmo há
muito tempo, mas ciente de seu poder e com medo de ferir os colegas,
procurou
esconder isso. Além disso, a grande motivação que
SHUN tinham para conquistar a
armadura era poder se reencontrar com o irmão, de quem foi
separado para o
treinamento. Albiore fica feliz ao ver que SHUN, além de poder,
tinha um
coração nobre. Antes de ir embora, SHUN revela a
capacidade de seu cosmo a
Albiore, dirigindo um golpe às rochas atrás de seu
mestre. Entretanto, nada
parece ter acontecido. June chega para acompanhar SHUN ao porto. SHUN
se
despede de Albiore e enquanto ele e June se afastam, o protetor do
braço
direito do mestre, onde o golpe de SHUN raspou, estraçalha. A
parede de rocha
atrás de Albiore desmorona. O mestre sabe que o discípulo
é poderoso e poderá
se defender bem, mesmo sem as correntes de Andrômeda.
A HISTÓRIA DE
HYOGA.
O pai de HYOGA era
japonês e sua
mãe, russa. Numa viagem à Sibéria, o navio em que
HYOGA e sua mãe viajavam
começou a afundar. Não tendo lugares suficientes nos
salva-vidas, a mãe de
HYOGA decide ficar a bordo, para dar lugar ao filho, e despede-se dele
dando-lhe um rosário com a Cruz do Norte. Aos quatro anos de
idade, HYOGA
presencia desesperado o navio naufragar levando sua mãe. Alguns
anos mais
tarde, HYOGA volta à Sibéria, agora para ser treinado
para ser um Cavaleiros do
Gelo. Lá ele conhece seu mestre, o Cavaleiro de Cristal, um
Cavaleiro da ordem
de prata, que segue Atena. Cristal é um homem cordato e justo e
o pequeno HYOGA
logo passa a admirá-lo. A primeira lição é
perante a geleira, dentro da qual se
encontra a armadura de bronze de Cisne. Cristal pede que HYOGA dê
um soco no
gelo com tida a força. HYOGA o faz e tudo o que consegue
é machucar a mão.
Cristal então golpeia o gelo e deixa um enorme buraco. Crente
que estava diante
do Cavaleiro mais poderoso do mundo, HYOGA diz que nunca conseguiria
fazer o
mesmo. Considerando que ele era apenas uma criança, Cristal lhe
conta que
existem muitos outros Cavaleiros, alguns até mais poderosos,
como seu próprio
mestre, o Cavaleiro de Camus, e que ele não deveria se
menosprezar. Com o tempo,
HYOGA teria de adquirir esse poder para alcançar a armadura de
Cisne. HYOGA é
apresentado a Issac, outra criança enviada ao Cavaleiro de
Cristal, para ser
treinado como Cavaleiro. Ambos logo se tornaram bons amigos e passam a
treinar
juntos, sob os olhos atentos do Cavaleiro de Cristal. Apesar de serem
bons
amigos e leais um ao outro, HYOGA sente que há algo de amargo em
Isaac. Durante
o treinamento, o Cavaleiro de Cristal explica o funcionamento do cosmo
de seus
corpos, com o qual eles podem emitir um frio intenso (273ºC
negativos), capaz
de paralisar o movimento dos átomos. A esse frio extremo
dá-se o nome de ZERO
ABSOLUTO, que só se alcança através do
sétimo sentido. Sendo mais forte que
HYOGA, Isaac desenvolve primeiro suas habilidades. HYOGA aprende a
técnica do
PÓ DE DIAMANTE, nome dado pelos habitantes da Sibéria
às tempestades que
brilham como jóias, belas, mas fatais. Ampliando esse poder,
HYOGA aprende o
TROVÃO AURORA, fazendo com que as ondas de frio se abram no
céu, como a aurora
boreal. Contra inimigos altos e grandes, Cristal ensina a HYOGA a
arriscada
técnica de congelar as pernas do adversário, praticando
com os ursos polares.
Os anos vão passando e HYOGA e Isaac já são homens
feitos preparando-se para a
disputa pela armadura de bronze de Cisne. Um dia, decidido a ver a
mãe no navio
submerso, cujo corpo se mantém intacto pelo frio. HYOGA decide
abrir um buraco
na grossa camada de gelo e tentar um mergulho. Ao mergulhar ele
é trancado por
uma forte e inesperada correnteza. Sentindo que o amigo estava em
perigo, Isaac
mergulha para ajuda-lo e o encontra preso às cordas das amarras
do navio. Após
libertar HYOGA, Isaac o agarra para atravessarem a correnteza, mas ela
é forte
demais e ambos são jogados para longe da fenda aberta no gelo,
ainda debaixo
d’água. Sendo jogado contra o gelo, Isaac acidentalmente abre um
grande corte
no rosto e tem seu olho esquerdo perfurado. Sangrando muito e
desesperado para
salvar o amigo, Isaac usa seu golpe mais forte para abrir outro buraco
no gelo
e joga HYOGA para a superfície, ao mesmo tempo. Na
superfície, HYOGA chama por
Isaac, mas a correnteza acaba levando seu amigo. Ninguém nunca
mais veria
Isaac. A partir de então, HYOGA passou a mergulhar para ir
visitar sua mãe pela
abertura feita no gelo, mas sempre sério e com aspecto
melancólico. Querido
pelos vizinhos na vila onde mora, HYOGA tem um amiguinho que o admira e
o
acompanha chamado Jacó. Finalmente chega o dia da partida e
HYOGA está pronto.
Visita sua mãe mais uma vez e junto com Jacó, dirige-se a
geleira. Com um
golpe, ele destrói a geleira e retira a armadura de bronze de
Cisne. Decidido a
retornar. HYOGA despede-se de sua mãe e de Jacó e parte
para o Oriente.
A
HISTÓRIA DE SHIRYU
Ao chegar às
Cinco Montanhas
Sagradas, SHIRYU conhece seu mentor, chamado de Mestre Ancião
das Cinco
Montanhas, um homem pequeno com estranhos poderes levitacionais. Sua
conduta
calma e sua sabedoria logo conquistaram a confiança e a
admiração do pequeno
aprendiz. SHIRYU também conhece Shunrei, uma menina que foi
abandonada nas
montanhas e criada pelo Mestre Ancião. Sendo ambos
órfãos, SHIRYU e Shunrei são
criados como irmãos pelo Mestre Ancião. Junto com SHIRYU,
o Mestre Ancião
treina também outro menino órfão: Okko, que
presenciou sua família ser morta
por ladrões. Okko se culpa por não ter podido, na
época, fazer nada para
defender sua família e decide treinar para se fortalecer e jogar
seu ódio
contra todos os que forem mais fortes do que ele mesmo. SHIRYU,
pó sua vez,
quer se fortalecer para lutar contra as circunstâncias da vida,
que vierem a
faze-lo sofrer. O Mestre Ancião é sábio, calmo e
gentil, mas exigente nos
treinos. SHIRYU passa a exercitar o corpo e a alma, até debaixo
de neve, chuva
e contra a força das águas que caem da cachoeira das
Montanhas Sagradas. Mais forte
do que SHIRYU, mas de temperamento irriquieto e agressivo, Okko logo
percebe a
preferência do Mestre Ancião, pelo outro gentil e
controlado aluno. Para
explicar a natureza do cosmo aos discípulos, o Mestre
Ancião faz uma pequena
demonstração, ampliando seu cosmo a ponto de desviar a
água que flui no rio, ao
que Okko e SHIRYU assistem pasmados. Ele lembra a ambos que eles
não deviam
deixar que a força lhes suba à cabeça, antes de
adquirirem o verdadeiro poder.
Um dia, Okko acaba sendo expulso pelo Mestre Ancião e sentindo
ciúmes de
SHIRYU, ele vai embora prometendo que voltará para acertar
contas. Os dias
prosseguem e SHIRYU continua seu treinamento, apegando-se ao Mestre
Ancião como
a um pai e a Shunrei como a uma irmã. Finalmente chega o dia em
que ele deve
fazer aquilo que lhe parece impossível: despertar seu cosmo,
tendo a
constelação de Dragão como sua protetora. Para
isso, SHIRYU tem que golpear a
água que cai da cachoeira das Cinco Montanhas Sagradas, de forma
que ela corra
ao contrário e assim possa pegar a armadura de bronze do
Dragão, enrijecida
através dos séculos pela força da queda da
água. SHIRYU falha na primeira
tentativa, mas na segunda ele desperta seu cosmo em forma de um
Dragão, que se
levanta para os céus, fazendo a água subir. Conquistada a
armadura do Dragão, o
Mestre Ancião e Shunrei sentem que SHIRYU está pronto
para voltar ao Japão e
cumprir seu destino de Cavaleiro.
A HISTÓRIA DE
IKKI.
A Ilha da Rainha da
Morte é uma
ilha vulcânica onde o calor é insuportável. Sua
paisagem parece a descrição do
inferno e a aparência do local é ameaçadora. Ao
chegar, IKKI conhece o Mestre
da ilha, um homem encorpado, cheio de cicatrizes, que usa uma
máscara estranha
e aterrorizante e com uma mentalidade totalmente deturpada. Um homem
que
defende o ódio como a fonte do poder do cosmo era o mestre de
IKKI. Cada dia
era um suplício para o pequeno IKKI. Violento, o Mestre o
chicoteava todos os
dias, ensinando IKKI só a agressão. Mas nem tudo era
horror: havia a filha do
Mestre, Esmeralda, uma menina doce e gentil, de cabelos claros e
feições que
lembravam as de SHUN. Esmeralda via IKKI às escondidas, para
cuidar de seus
ferimentos e era a única pessoas com quem ele podia conversar,
sempre temendo
que o Mestre pudesse se enfurecer, se soubesse que ela ajudava.
Esmeralda conta
a IKKI que seu pai já foi um homem bom, mas que um dia voltou do
Santuário
irreconhecível, completamente alterado e usando aquela
máscara horrenda. Assim,
intercalando o terror do treinamento e momentos mais suaves com
Esmeralda, IKKI
vai levando os dias, disposto a suportar tudo, para conquistar a
armadura de
bronze de Fênix e poder voltar a ver SHUN. Seu Mestre insiste
para que IKKI o
odeie e o agrida, pois só isso lha dará o poder que ele
precisava para ter a
armadura de Fênix, mas sempre na hora “H”, IKKI se detém.
Não dava outra: o
Mestre o castigava por isso. Numa dessas, o chicote de seu Mestre lhe
abre um
corte no meio do rosto, deixando-lhe uma cicatriz para sempre. Os anos
se
passam. Um dia, Esmeralda afasta IKKI por alguns momentos de seu
treinamento
para ir lhe mostrar algo raro: centenas de flores brotaram numa parte
da ilha.
Estavam ambos admirando a bela paisagem quando, de repente, chega o
Mestre e
começa a agredir IKKI. Durante a luta, o Mestre acerta um golpe
fatal em Esmeralda.
Diante daquilo, IKKI tenta desesperado fazer algo, mas ela está
muito ferida e
morre pedindo a IKKI para não desistir do bem-querer e de
reencontrar SHUN.
“Por que o senhor fez isso com sua própria filha?!”, pergunta
IKKI. “A culpa é
dela” responde o Mestre “Ela não devia ter interferido”. Tomado
pela dor e pelo
ódio, IKKI ataca ferozmente o Mestre e o mata. Finalmente, IKKI
conquista a
fantástica armadura de Fênix, a única capaz de se
refazer das próprias cinzas,
mas o preço que ele teve que pagar o mudaria radicalmente. Ele
passa a culpar a
tudo e a todos por sua dor, inclusive o seu irmão SHUN. Agora
ele está disposto
a voltar ao Oriente para se vingar de todos.
A HISTÓRIA DE
SEIYA.
O pequeno SEIYA
é enviado ao
Santuário de Atena, perto de Atenas, na Grécia. A sorte
lhe sorri e ele é
levado pelo próprio Mestre do Santuário, num dia em que
ele está de bem com a
vida, à sua instrutora: Marin, a Amazona de Águia. Com as
fazes ocultas por
máscara, SEIYA estranha um pouco os habitantes do
Santuário. Morando numa casa
na região ao redor do Santuário, Marin começa a
educar SEIYA com teorias sobre
ataque e defesa. Sonolento o pequeno SEIYA não presta
atenção e Marin fica a
lhe chamar a atenção, salientando que um dia isso
poderá lhe salvar a vida.
Exercícios físicos pesados e duelos com oponentes
visivelmente mais fortes,
eram diários para SEIYA, sempre apoiado por Marin, mesmo quando
apanhava.
Desmotivado com seu próprio desempenho, SEIYA decide abandonar
tudo e desistir
do treino, achando que nunca conseguiria se tornar um Cavaleiro, pois
lhe
disseram que orientais não conseguiriam se tornar defensores de
Atena. De
repente, SEIYA encontra Aioria, um jovem e poderoso Cavaleiro do
Santuário, que
lhe pede para esperar. Gentilmente, Aioria diz ao pequeno SEIYA que
aquilo não
era verdade e que ele nunca subestimaria os orientais, pois Marin era
um bom
exemplo disso. Secando as lágrimas, SEIYA descobre com isso que
Marin era
oriental como ele e que Aioria era um homem cordial e sensível.
Finalmente,
SEIYA decide continuar. Um dia, à caça de um coelho para
o jantar, SEIYA acaba
indo acidentalmente ao local de treino das Amazonas. Curioso, ele
observa as
lutas e quando uma delas se afasta para lavar o rosto e descansar, ele
vai
puxar conversa. Arredia, ela tenta bater em SEIYA, pois não
é permitido que os
homens vejam os rostos das Amazonas. Percebendo que a menina estava com
o pulso
machucado, SEIYA gentilmente improvisa-lhe um curativo e vai embora
correndo.
Sem saber, SEIYA havia acabado de ajudar Sheena, a Amazona de Cobra. Os
anos
passam. Nas disputas com o gigante Cássius, o discípulo
de Sheena, SEIYA
continuava perdendo. Marin explicava a SEIYA o significado e o
funcionamento do
cosmo e conta que um dia teria que despertar esse poder. Marin mostra a
SEIYA
sua constelação-guia. Assim, ela pede para SEIYA quebrar
uma pedra com um
golpe. SEIYA falha na primeira tentativa, mas na segunda ele desperta
seu cosmo
e abre uma cratera no chão. Feliz com essa conquista, SEIYA fica
mais confiante
para o duelo que ele haveria de travar pela armadura de bronze de
Pégaso. Chega
o dia do duelo. O adversário de SEIYA é Cássius.
Diante de vários aspirantes a
Cavaleiros, Amazonas e do Mestre do Santuário, começa a
luta. Certo da vitória,
Cássius avança ferozmente contra SEIYA, mas usando seu
cosmo recém-desperto,
ele consegue arrancar a orelha esquerda de Cássius, com um golpe
e derrota-lo.
Vendo seu aluno derrotado e um oriental conquistando a armadura de
Pégaso,
Sheena jura vingança. Saltando de felicidade, SEIYA
abraça a caixa da armadura,
mas é advertido pelo mestre de que ele nunca deverá usar
a armadura em
benefício pessoal, mas sim pelo bem da humanidade. A estrela de
SEIYA é grande:
novamente o Mestre estava de bem humor. Ao cair da noite, na casa que
dividia
com Marin, SEIYA se mostra ansioso para usar a armadura e voltar para o
Oriente, onde quer procurar sua irmã, Seika, de quem fora
separado há anos.
Naquela mesma noite, Marin ajuda SEIYA a fugir, pois ela sabia que
Sheena não
deixaria a situação ficar do jeito que estava. No meio do
caminho, ambos são
encontrados por Sheena e seus guerreiros. Diante dos poderosos golpes
VENHA
COBRA de Sheena, SEIYA é obrigado a vestir a armadura de
Pégaso para lutar.
Desajeitado SEIYA demora um pouco para dar vida à sua armadura e
apanha bastante,
mas finalmente consegue revidar. Sem querer, ele quebra a
máscara de Sheena e
comenta que não esperava ver uma menina bonita, mas uma megera
por trás dela.
Sheena fica desorientada e o deixa ir, jurando se vingar. SEIYA
consegue ir
embora e voltar ao Oriente.
Cristiane A. Sato
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