Associação Brasileira de Desenhistas de Mangá e Ilustrações
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   Ultíma Atualização: 15/02/2006 English   
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Capítulo 4 – Os Futuros Cavaleiros

A HISTÓRIA DE SHUN

Depois da difícil despedida de seu irmão, SHUN vai para a Ilha de Andrômeda. Uma ilha rochosa onde de dia o calor é quase insuportável e à noite a temperatura cai a zero, com uma costa incansavelmente castigada por fortes ondas. É um lugar onde sobreviver é difícil, mas SHUN considerava o local um paraíso se comparado à Ilha da Rainha da Morte, para onde IKKI foi em seu lugar. Lá SHUN conhece seu mestre, o Cavaleiro de prata Albiore, um dos melhores no manejo de correntes. Albiore é um homem de poucas palavras, mas é gentil e sensato. Sentindo que algo estranho ocorre no Santuário, Albiore procura manter-se neutro. SHUN se torna amigo de June, a amazona de Camaleão, com quem ele conversa sempre e revela o seu grande objetivo: conquistar a armadura de Andrômeda para poder voltar ao Oriente e reencontrar-se com IKKI. Sob os olhares atentos de Albiore e June, SHUN começa seu longo treinamento. Avesso à luta, ele prefere apanhar do que bater, o que deixa June constantemente preocupada. Os demais candidatos a Cavaleiro são mais agressivos, apesar de todos terem uma aparência frágil, como SHUN. Albiore explica aos discípulos a importância do cosmo, para que possam elevar ao máximo sua energia e possam se defender, mas salienta que o mais poderoso cosmo vem do coração e do espírito de um verdadeiro Cavaleiro. Os anos passam e chega finalmente o dia das disputas pelo direito de se tornar o Cavaleiro de Andrômeda. A essa altura muitos discípulos de Albiore já foram eliminados da concorrência. SHUN chega ao último duelo, mas depois de apanhar muito. Antes de começar a luta, ele tenta conversar com seu oponente, Hedda, para ambos tentarem encontrar uma forma de resolver a questão sem briga. Sem efeito, o duelo começa e Hedda parte para a ofensiva. Vendo que SHUN nada fazia para contra-atacar, June grita para faze-lo, pois se não conseguisse vencer a luta, não poderia voltar para o Oriente, para se encontrar com IKKI. Sem opção, SHUN acende seu cosmo e vence Hedda. Finalmente estava aberto o caminho para conquistar a armadura de Andrômeda. O teste final é chamado de “sacrifício”, um ritual feito em homenagem à heroína Andrômeda, que aceitou ser oferecida a um monstro marinho para salvar o reino de seu país. O aspirante a Cavaleiro é preso com as correntes de Andrômeda numa formação rochosa no mar. Ele deve se libertar das correntes antes que a maré suba e se afogue. Infelizmente, há anos ninguém sobreviva a esse ritual e a armadura permanecia sem Cavaleiros. Temendo que SHUN não estivesse preparado para isso, Albiore reluta em deixar o discípulo realizar o teste, mas acaba cedendo ante os seus insistentes pedidos. No dia do “sacrifício”, SHUN é acorrentado às rochas diante dos olhares tensos de Albiore e June. A maré vai subindo, enquanto SHUN se esforça para se libertar, sem muito efeito. A água já lhe cobria a cabeça, quando finalmente SHUN expande seu cosmo, tão poderoso a ponto de abrir um vácuo no mar, e recolhe as correntes que o prendiam. June respira aliviada e Albiore, satisfeito, entrega a armadura de Andrômeda a SHUN. Ansioso para voltar ao Oriente, SHUN vai agradecer e se despedir de Albiore. Seu mestre, porém, se mostra intrigado, pois não acredita que ele tenha despertado um cosmo tão forte por acaso. SHUN então conta a Albiore que ele vinha desenvolvendo seu cosmo há muito tempo, mas ciente de seu poder e com medo de ferir os colegas, procurou esconder isso. Além disso, a grande motivação que SHUN tinham para conquistar a armadura era poder se reencontrar com o irmão, de quem foi separado para o treinamento. Albiore fica feliz ao ver que SHUN, além de poder, tinha um coração nobre. Antes de ir embora, SHUN revela a capacidade de seu cosmo a Albiore, dirigindo um golpe às rochas atrás de seu mestre. Entretanto, nada parece ter acontecido. June chega para acompanhar SHUN ao porto. SHUN se despede de Albiore e enquanto ele e June se afastam, o protetor do braço direito do mestre, onde o golpe de SHUN raspou, estraçalha. A parede de rocha atrás de Albiore desmorona. O mestre sabe que o discípulo é poderoso e poderá se defender bem, mesmo sem as correntes de Andrômeda.

A HISTÓRIA DE HYOGA.

O pai de HYOGA era japonês e sua mãe, russa. Numa viagem à Sibéria, o navio em que HYOGA e sua mãe viajavam começou a afundar. Não tendo lugares suficientes nos salva-vidas, a mãe de HYOGA decide ficar a bordo, para dar lugar ao filho, e despede-se dele dando-lhe um rosário com a Cruz do Norte. Aos quatro anos de idade, HYOGA presencia desesperado o navio naufragar levando sua mãe. Alguns anos mais tarde, HYOGA volta à Sibéria, agora para ser treinado para ser um Cavaleiros do Gelo. Lá ele conhece seu mestre, o Cavaleiro de Cristal, um Cavaleiro da ordem de prata, que segue Atena. Cristal é um homem cordato e justo e o pequeno HYOGA logo passa a admirá-lo. A primeira lição é perante a geleira, dentro da qual se encontra a armadura de bronze de Cisne. Cristal pede que HYOGA dê um soco no gelo com tida a força. HYOGA o faz e tudo o que consegue é machucar a mão. Cristal então golpeia o gelo e deixa um enorme buraco. Crente que estava diante do Cavaleiro mais poderoso do mundo, HYOGA diz que nunca conseguiria fazer o mesmo. Considerando que ele era apenas uma criança, Cristal lhe conta que existem muitos outros Cavaleiros, alguns até mais poderosos, como seu próprio mestre, o Cavaleiro de Camus, e que ele não deveria se menosprezar. Com o tempo, HYOGA teria de adquirir esse poder para alcançar a armadura de Cisne. HYOGA é apresentado a Issac, outra criança enviada ao Cavaleiro de Cristal, para ser treinado como Cavaleiro. Ambos logo se tornaram bons amigos e passam a treinar juntos, sob os olhos atentos do Cavaleiro de Cristal. Apesar de serem bons amigos e leais um ao outro, HYOGA sente que há algo de amargo em Isaac. Durante o treinamento, o Cavaleiro de Cristal explica o funcionamento do cosmo de seus corpos, com o qual eles podem emitir um frio intenso (273ºC negativos), capaz de paralisar o movimento dos átomos. A esse frio extremo dá-se o nome de ZERO ABSOLUTO, que só se alcança através do sétimo sentido. Sendo mais forte que HYOGA, Isaac desenvolve primeiro suas habilidades. HYOGA aprende a técnica do PÓ DE DIAMANTE, nome dado pelos habitantes da Sibéria às tempestades que brilham como jóias, belas, mas fatais. Ampliando esse poder, HYOGA aprende o TROVÃO AURORA, fazendo com que as ondas de frio se abram no céu, como a aurora boreal. Contra inimigos altos e grandes, Cristal ensina a HYOGA a arriscada técnica de congelar as pernas do adversário, praticando com os ursos polares. Os anos vão passando e HYOGA e Isaac já são homens feitos preparando-se para a disputa pela armadura de bronze de Cisne. Um dia, decidido a ver a mãe no navio submerso, cujo corpo se mantém intacto pelo frio. HYOGA decide abrir um buraco na grossa camada de gelo e tentar um mergulho. Ao mergulhar ele é trancado por uma forte e inesperada correnteza. Sentindo que o amigo estava em perigo, Isaac mergulha para ajuda-lo e o encontra preso às cordas das amarras do navio. Após libertar HYOGA, Isaac o agarra para atravessarem a correnteza, mas ela é forte demais e ambos são jogados para longe da fenda aberta no gelo, ainda debaixo d’água. Sendo jogado contra o gelo, Isaac acidentalmente abre um grande corte no rosto e tem seu olho esquerdo perfurado. Sangrando muito e desesperado para salvar o amigo, Isaac usa seu golpe mais forte para abrir outro buraco no gelo e joga HYOGA para a superfície, ao mesmo tempo. Na superfície, HYOGA chama por Isaac, mas a correnteza acaba levando seu amigo. Ninguém nunca mais veria Isaac. A partir de então, HYOGA passou a mergulhar para ir visitar sua mãe pela abertura feita no gelo, mas sempre sério e com aspecto melancólico. Querido pelos vizinhos na vila onde mora, HYOGA tem um amiguinho que o admira e o acompanha chamado Jacó. Finalmente chega o dia da partida e HYOGA está pronto. Visita sua mãe mais uma vez e junto com Jacó, dirige-se a geleira. Com um golpe, ele destrói a geleira e retira a armadura de bronze de Cisne. Decidido a retornar. HYOGA despede-se de sua mãe e de Jacó e parte para o Oriente.

A HISTÓRIA DE SHIRYU

Ao chegar às Cinco Montanhas Sagradas, SHIRYU conhece seu mentor, chamado de Mestre Ancião das Cinco Montanhas, um homem pequeno com estranhos poderes levitacionais. Sua conduta calma e sua sabedoria logo conquistaram a confiança e a admiração do pequeno aprendiz. SHIRYU também conhece Shunrei, uma menina que foi abandonada nas montanhas e criada pelo Mestre Ancião. Sendo ambos órfãos, SHIRYU e Shunrei são criados como irmãos pelo Mestre Ancião. Junto com SHIRYU, o Mestre Ancião treina também outro menino órfão: Okko, que presenciou sua família ser morta por ladrões. Okko se culpa por não ter podido, na época, fazer nada para defender sua família e decide treinar para se fortalecer e jogar seu ódio contra todos os que forem mais fortes do que ele mesmo. SHIRYU, pó sua vez, quer se fortalecer para lutar contra as circunstâncias da vida, que vierem a faze-lo sofrer. O Mestre Ancião é sábio, calmo e gentil, mas exigente nos treinos. SHIRYU passa a exercitar o corpo e a alma, até debaixo de neve, chuva e contra a força das águas que caem da cachoeira das Montanhas Sagradas. Mais forte do que SHIRYU, mas de temperamento irriquieto e agressivo, Okko logo percebe a preferência do Mestre Ancião, pelo outro gentil e controlado aluno. Para explicar a natureza do cosmo aos discípulos, o Mestre Ancião faz uma pequena demonstração, ampliando seu cosmo a ponto de desviar a água que flui no rio, ao que Okko e SHIRYU assistem pasmados. Ele lembra a ambos que eles não deviam deixar que a força lhes suba à cabeça, antes de adquirirem o verdadeiro poder. Um dia, Okko acaba sendo expulso pelo Mestre Ancião e sentindo ciúmes de SHIRYU, ele vai embora prometendo que voltará para acertar contas. Os dias prosseguem e SHIRYU continua seu treinamento, apegando-se ao Mestre Ancião como a um pai e a Shunrei como a uma irmã. Finalmente chega o dia em que ele deve fazer aquilo que lhe parece impossível: despertar seu cosmo, tendo a constelação de Dragão como sua protetora. Para isso, SHIRYU tem que golpear a água que cai da cachoeira das Cinco Montanhas Sagradas, de forma que ela corra ao contrário e assim possa pegar a armadura de bronze do Dragão, enrijecida através dos séculos pela força da queda da água. SHIRYU falha na primeira tentativa, mas na segunda ele desperta seu cosmo em forma de um Dragão, que se levanta para os céus, fazendo a água subir. Conquistada a armadura do Dragão, o Mestre Ancião e Shunrei sentem que SHIRYU está pronto para voltar ao Japão e cumprir seu destino de Cavaleiro.

A HISTÓRIA DE IKKI.

A Ilha da Rainha da Morte é uma ilha vulcânica onde o calor é insuportável. Sua paisagem parece a descrição do inferno e a aparência do local é ameaçadora. Ao chegar, IKKI conhece o Mestre da ilha, um homem encorpado, cheio de cicatrizes, que usa uma máscara estranha e aterrorizante e com uma mentalidade totalmente deturpada. Um homem que defende o ódio como a fonte do poder do cosmo era o mestre de IKKI. Cada dia era um suplício para o pequeno IKKI. Violento, o Mestre o chicoteava todos os dias, ensinando IKKI só a agressão. Mas nem tudo era horror: havia a filha do Mestre, Esmeralda, uma menina doce e gentil, de cabelos claros e feições que lembravam as de SHUN. Esmeralda via IKKI às escondidas, para cuidar de seus ferimentos e era a única pessoas com quem ele podia conversar, sempre temendo que o Mestre pudesse se enfurecer, se soubesse que ela ajudava. Esmeralda conta a IKKI que seu pai já foi um homem bom, mas que um dia voltou do Santuário irreconhecível, completamente alterado e usando aquela máscara horrenda. Assim, intercalando o terror do treinamento e momentos mais suaves com Esmeralda, IKKI vai levando os dias, disposto a suportar tudo, para conquistar a armadura de bronze de Fênix e poder voltar a ver SHUN. Seu Mestre insiste para que IKKI o odeie e o agrida, pois só isso lha dará o poder que ele precisava para ter a armadura de Fênix, mas sempre na hora “H”, IKKI se detém. Não dava outra: o Mestre o castigava por isso. Numa dessas, o chicote de seu Mestre lhe abre um corte no meio do rosto, deixando-lhe uma cicatriz para sempre. Os anos se passam. Um dia, Esmeralda afasta IKKI por alguns momentos de seu treinamento para ir lhe mostrar algo raro: centenas de flores brotaram numa parte da ilha. Estavam ambos admirando a bela paisagem quando, de repente, chega o Mestre e começa a agredir IKKI. Durante a luta, o Mestre acerta um golpe fatal em Esmeralda. Diante daquilo, IKKI tenta desesperado fazer algo, mas ela está muito ferida e morre pedindo a IKKI para não desistir do bem-querer e de reencontrar SHUN. “Por que o senhor fez isso com sua própria filha?!”, pergunta IKKI. “A culpa é dela” responde o Mestre “Ela não devia ter interferido”. Tomado pela dor e pelo ódio, IKKI ataca ferozmente o Mestre e o mata. Finalmente, IKKI conquista a fantástica armadura de Fênix, a única capaz de se refazer das próprias cinzas, mas o preço que ele teve que pagar o mudaria radicalmente. Ele passa a culpar a tudo e a todos por sua dor, inclusive o seu irmão SHUN. Agora ele está disposto a voltar ao Oriente para se vingar de todos.

A HISTÓRIA DE SEIYA.

O pequeno SEIYA é enviado ao Santuário de Atena, perto de Atenas, na Grécia. A sorte lhe sorri e ele é levado pelo próprio Mestre do Santuário, num dia em que ele está de bem com a vida, à sua instrutora: Marin, a Amazona de Águia. Com as fazes ocultas por máscara, SEIYA estranha um pouco os habitantes do Santuário. Morando numa casa na região ao redor do Santuário, Marin começa a educar SEIYA com teorias sobre ataque e defesa. Sonolento o pequeno SEIYA não presta atenção e Marin fica a lhe chamar a atenção, salientando que um dia isso poderá lhe salvar a vida. Exercícios físicos pesados e duelos com oponentes visivelmente mais fortes, eram diários para SEIYA, sempre apoiado por Marin, mesmo quando apanhava. Desmotivado com seu próprio desempenho, SEIYA decide abandonar tudo e desistir do treino, achando que nunca conseguiria se tornar um Cavaleiro, pois lhe disseram que orientais não conseguiriam se tornar defensores de Atena. De repente, SEIYA encontra Aioria, um jovem e poderoso Cavaleiro do Santuário, que lhe pede para esperar. Gentilmente, Aioria diz ao pequeno SEIYA que aquilo não era verdade e que ele nunca subestimaria os orientais, pois Marin era um bom exemplo disso. Secando as lágrimas, SEIYA descobre com isso que Marin era oriental como ele e que Aioria era um homem cordial e sensível. Finalmente, SEIYA decide continuar. Um dia, à caça de um coelho para o jantar, SEIYA acaba indo acidentalmente ao local de treino das Amazonas. Curioso, ele observa as lutas e quando uma delas se afasta para lavar o rosto e descansar, ele vai puxar conversa. Arredia, ela tenta bater em SEIYA, pois não é permitido que os homens vejam os rostos das Amazonas. Percebendo que a menina estava com o pulso machucado, SEIYA gentilmente improvisa-lhe um curativo e vai embora correndo. Sem saber, SEIYA havia acabado de ajudar Sheena, a Amazona de Cobra. Os anos passam. Nas disputas com o gigante Cássius, o discípulo de Sheena, SEIYA continuava perdendo. Marin explicava a SEIYA o significado e o funcionamento do cosmo e conta que um dia teria que despertar esse poder. Marin mostra a SEIYA sua constelação-guia. Assim, ela pede para SEIYA quebrar uma pedra com um golpe. SEIYA falha na primeira tentativa, mas na segunda ele desperta seu cosmo e abre uma cratera no chão. Feliz com essa conquista, SEIYA fica mais confiante para o duelo que ele haveria de travar pela armadura de bronze de Pégaso. Chega o dia do duelo. O adversário de SEIYA é Cássius. Diante de vários aspirantes a Cavaleiros, Amazonas e do Mestre do Santuário, começa a luta. Certo da vitória, Cássius avança ferozmente contra SEIYA, mas usando seu cosmo recém-desperto, ele consegue arrancar a orelha esquerda de Cássius, com um golpe e derrota-lo. Vendo seu aluno derrotado e um oriental conquistando a armadura de Pégaso, Sheena jura vingança. Saltando de felicidade, SEIYA abraça a caixa da armadura, mas é advertido pelo mestre de que ele nunca deverá usar a armadura em benefício pessoal, mas sim pelo bem da humanidade. A estrela de SEIYA é grande: novamente o Mestre estava de bem humor. Ao cair da noite, na casa que dividia com Marin, SEIYA se mostra ansioso para usar a armadura e voltar para o Oriente, onde quer procurar sua irmã, Seika, de quem fora separado há anos. Naquela mesma noite, Marin ajuda SEIYA a fugir, pois ela sabia que Sheena não deixaria a situação ficar do jeito que estava. No meio do caminho, ambos são encontrados por Sheena e seus guerreiros. Diante dos poderosos golpes VENHA COBRA de Sheena, SEIYA é obrigado a vestir a armadura de Pégaso para lutar. Desajeitado SEIYA demora um pouco para dar vida à sua armadura e apanha bastante, mas finalmente consegue revidar. Sem querer, ele quebra a máscara de Sheena e comenta que não esperava ver uma menina bonita, mas uma megera por trás dela. Sheena fica desorientada e o deixa ir, jurando se vingar. SEIYA consegue ir embora e voltar ao Oriente.

Cristiane A. Sato

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